DOURADOS

Município quer doar área em parque para PMA ampliar equoterapia em Dourados

A PMA ocupa o espaço desde 2004, por meio de um convênio firmado entre o Governo do Estado e a prefeitura de Dourados - Crédito: Clara Medeiros/Dourados News A PMA ocupa o espaço desde 2004, por meio de um convênio firmado entre o Governo do Estado e a prefeitura de Dourados - Crédito: Clara Medeiros/Dourados News

O prefeito de Dourados, Marçal Filho, enviou para a Câmara Municipal um projeto de lei que autoriza a doação de áreas do Parque Arnulpho Fioravante ao Governo do Estado de Mato Grosso do Sul. 

O objetivo é regularizar a posse do terreno onde funciona a sede da Polícia Militar Ambiental (PMA) e viabilizar, principalmente, a ampliação do projeto de equoterapia oferecido no local. 

O documento foi protocolado na terça-feira (1º) e será analisado pelos vereadores nos próximos dias.

A área doada está avaliada em R$ 380.618,50 e, conforme o projeto, será utilizada exclusivamente pelo 2º Batalhão da Polícia Militar Ambiental. 

Atualmente, a PMA ocupa o espaço desde 2004, por meio de um convênio firmado entre o Governo do Estado e a prefeitura de Dourados. No entanto, a titularidade da área nunca foi oficialmente transferida para o Estado, o que agora poderá ser corrigido com a aprovação da lei.

Conforme o texto do projeto, a regularização da área é essencial para garantir investimentos já conquistados pela unidade, incluindo cerca de R$ 1 milhão destinados à construção de uma quadra coberta de hipismo e uma sala de espera para os pacientes e seus familiares. 

Ainda conforme o documento, esses recursos foram obtidos pela PMA e estão reservados, mas só poderão ser aplicados após a formalização da posse do terreno pelo Estado. 

Equoterapia tem fila de espera em Dourados

O projeto de equoterapia da PMA em parceria com a AAGD (Associação dos Pais e Amigos dos Autistas da Grande Dourados) atende cerca de 70 pessoas com deficiências físicas, mentais ou transtornos do desenvolvimento. O método utiliza cavalos para promover ganhos físicos, psicológicos e sociais aos pacientes. 

Porém, a demanda pelo serviço é alta, e há uma fila de espera de aproximadamente 600 pessoas aguardando uma vaga. 
 

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